Presidente e Vice da Câmara de Amargosa participam de seminário em Salvador sobre fibromialgia
- Renato. O Vereador do povo

- 25 de set. de 2025
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O presidente da Câmara Municipal de Amargosa, Renato da Catiara, esteve em Salvador nesta quinta-feira (25) participando do seminário “Fibromialgia agora é deficiência: dor real, respeito essencial!”, realizado no Auditório Jorge Calmon da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).
O encontro, promovido pela Associação de Grupos de Pessoas com Fibromialgia da Bahia (AGFIBA), em parceria com o Conselho Estadual de Saúde, o SUS e com o mandato da deputada estadual Maria del Carmen, reuniu pacientes, profissionais da saúde, autoridades e representantes de entidades para debater o reconhecimento da fibromialgia como deficiência, garantindo mais direitos e acolhimento às pessoas que convivem com a síndrome.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a fibromialgia é uma condição crônica caracterizada por dor difusa em várias regiões do corpo, fadiga, distúrbios do sono, dificuldades cognitivas e alterações de humor, impactando significativamente a qualidade de vida. O tratamento envolve acompanhamento multidisciplinar, embora ainda não exista cura.
Renato destacou a relevância de o tema chegar às casas legislativas e reforçou o compromisso da Câmara de Amargosa com pautas de saúde e inclusão.
“A Câmara de Amargosa está atenta às pautas da saúde e do bem-estar da população. Estar presente aqui em Salvador é uma forma de reafirmar nosso compromisso em buscar mais inclusão e políticas públicas que atendam às necessidades dos pacientes com fibromialgia”, afirmou o presidente.
A vice-presidente da Câmara, Solange Lacerda, também participou do seminário e ressaltou a importância de ouvir de perto os pacientes.
“Estar aqui é compreender de perto a realidade dos pacientes e fortalecer nossa responsabilidade como representantes do povo. Precisamos lutar para que a saúde chegue a todos com dignidade, respeito e acolhimento”, destacou Solange.
O seminário reforçou a luta por mais acolhimento, menos preconceito e maior respeito aos direitos das pessoas com fibromialgia, agora reconhecida como deficiência.
















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